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segunda-feira, 31 de março de 2014

Simpósio sobre estudos com crianças

Em Porto Alegre, nos dias 25 e 26 de agosto de 2014 será realizado o II Simpósio Luso-Brasileiro em Estudos da Criança - Pesquisa com crianças: desafios éticos e metodológicos. Será na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Clique na imagem e saiba mais...


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Corpo e movimento na educação infantil

Uma produção Maria Farinha, apresentada pelo Instituto Alana na III Jornada Pedagógica da Educação Infantil, no Rio de Janeiro. O doutor em educação física, Marco Santoro fala sobre corpo e movimento nas instituições escolares.

Eu tenho algumas ressalvas quanto às demarcações etárias tão fortes...
Quanto à zona de desenvolvimento proximal... Bem, a professora Zoia Preste vem mostrando o quanto essa compreensão brasileira está equivocada. Do meu ponto de vista, quando ele vê Piaget e Vigotski com a mesma concepção sobre o papel da aprendizagem no desenvolvimento é um grande problema. Aprendi que aí reside uma das vigorosas diferenças entre os sistemas teóricos construídos pelos dois pesquisadores.


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ex-E.T.: As crianças e a sociedade


Foi o Geografia da Infância quem me apresentou a este fofíssimo E.T. Ele é personagem de um vídeo extremamente interessante criado por quatro estudantes da Ecole Supérieure des Métiers Artístiques. Com ele podemos pensar a respeito da nossa prática pedagógica nas salas - com as crianças - e com as professoras, também. Podemos pensar, por exemplo,  nas cerca de vinte crianças que, anualmente, "passam" pela vida profissional de uma professora e nos perguntar como, com este meu saber docente, eu contribuo para a constituição de crianças "conformadas" num ofício de aluno, camuflando e/ou expurgando a criação, o pensamento inquiridor, a reflexão... Como meu saber-fazer docente inclui o pensamento rebelde, inconformado, questionador, que ousa "sair da linha de produção"?
Clique aqui e veja o vídeo no YouTube.

sábado, 2 de abril de 2011

Competências na educação

Foto que ilustra a matéria no site
Conheci o prof. Jaume Martinez Bonafé recentemente e achei muito interessantes as suas ideias sobre currículo. Sua praxis está muito apoiada em Paulo Freire também...
E, na minha leitura, em Gramsci também...

Aqui tem uma pequena matéria em que ele fala a respeito do enfoque por competências na educação. Penso que vale pena dar uma chegadinha lá...

terça-feira, 1 de março de 2011

Banalização da educação infantil

As entidades que lutam a favor da educação infantil no Brasil estão solicitando que nos posicionemos contra o Projeto de Lei 75/2011, que estimula a criação de creches domiciliares para crianças de até três anos atendidas por mães crecheiras, que passariam por um curso de formação de 20 horas (mínimo).

O abaixo-assinado on line está aqui.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Currículo na Educação Infantil

Começarei a estudar com mais propriedade a respeito de currículo na educação infantil. Mas uma questão sempre passa pela minha cabeça quando tenho que lidar com esse tema... Ainda não vi uma proposta curricular brasileira para a EI que não estivesse fundada na organização disciplinar científica escolarizada, ou seja, que não estivesse ancorada na divisão que a escola faz das ciências... Matemática, Português, Ciências, Artes, Sociologia... (Se alguém conhecer, por favor, mande pra mim!!!!!)

Entre os documentos preliminares referentes às novas Orientações Curriculares da Educação Infantil, aquele que trata da relação entre as crianças e o conhecimento matemático, por exemplo, está nitidamente ancorado nesta concepção, em grande contradição com as próprias Diretrizes Nacionais e com todo o trabalho feito de preparação das Diretrizes.

Assim, a concepção de educação infantil fica excessivamente escolarizada, principalmente quando a gente olha para os trabalhos inspirados em Reggio Emilia, por exemplo.

Alguns avanços propostos nos trabalhos de preparação das Diretrizes Nacionais podem ser perdidos se essas Orientações Curriculares - os tais documentos preliminares - não materializarem uma outra concepção de Educação Infantil.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Olivos del Sol e Reggio Emilia

Aqui em Buenos Aires estamos conhecendo o trabalho de algumas escolas latino-americanas inspiradas na pedagogia de Reggio Emilia.

Fomos para Olivos, na grande Buenos Aires, conhecer a Olivos del Sol. A diretora falou um pouco sobre a origem da escola e sobre como elas se interessaram por Reggio. Em seguida, uma professora apresentou um projeto desenvolvido com crianças de três anos. Quando é hora de trabalhar no atelier a turma é dividida e acompanhada pela sua professora. No atelier ela faz as observações e documenta o trabalho e o seu processo realizado pelas crianças. (Um grupo de crianças trabalhava no atelier - elas já sabiam que receberiam visitas - e a professora ficava por traz delas escrevendo o que estava ocorrendo ali.) O restante da turma, enquanto isso, trabalhava em outro lugar com outra profissional.

Confesso que muita coisa me era bem familiar!

Na RedSolare Brasil tem seis escolas (duas delas são da rede pública). A RedSolare se constitui na rede das escolas latinoamericanas inspiradas na abordagem de Reggio Emilia.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Temos que discordar, Senhor Senador Flávio Arns!!!

Manifesto da ANPEd

A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd considerando o amplo debate por ocasião da elaboração das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (Resolução CNE/CEB Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009) envolvendo seus pesquisadores, manifesta-se contrariamente ao PLS 414/2008/ PL 06755/2010 e conclama toda a sociedade a lutar contra a sua aprovação pelas seguintes razões:

1. Pesquisas e experiências nacionais e internacionais têm demonstrado a importância da educação infantil para a socialização e a aprendizagem das crianças de 0 a 5 anos de idade, adotando-se para isso processos pedagógicos próprios e adequados às necessidades e demandas das crianças pequenas, investindo-se na formação específica dos profissionais;

2. As recentes Diretrizes Curriculares de Educação Infantil, elaboradas a partir de amplo processo de consulta na área educacional e em resposta às mudanças constitucionais que ampliaram a obrigatoriedade escolar para pessoas de 4 a 17 anos, buscaram assegurar o entendimento de que a educação infantil inclui crianças de 0 a 5 anos e 11 meses, de modo que somente aos 6 anos completos inicia-se o ensino fundamental (Art.5º - § 2 e § 3 - Resolução CNE/CB nº 5, de 17 de dezembro de 2009);

3. Segundo essas Diretrizes Curriculares, e outros documentos oficiais orientadores e normativos produzidos nos últimos anos no âmbito do Ministério da Educação, a garantia de uma educação infantil brasileira de qualidade significa respeitar e proteger os direitos das crianças à brincadeira, ao cuidado, ao respeito à diversidade, ao acesso à cultura (entre outros). Para tanto, os espaços e tempos da educação infantil devem assegurar “a educação em sua integralidade, entendendo o cuidado como algo indissociável ao processo educativo” e “a indivisibilidade das dimensões expressivo-motora, afetiva, cognitiva, linguística, ética, estética e sociocultural da criança” (DNCEI, Art. 8º, § 1º, I e II);

3. O desenvolvimento integral das crianças (LDB 9394/96, Art. 29), finalidade da educação infantil, deve ser promovido em contextos educacionais específicos a partir de propostas e práticas pedagógicas adequadas, elaboradas por profissionais qualificados, visando a que as crianças construam suas identidades pessoais e coletivas, brinquem, imaginem, fantasiem, desejem, aprendam, observem, experimentem, narrem, questionem e construam sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura (DCNEI, Art.4º), ou seja, respeitando processos de desenvolvimento e aprendizagem;

4. Pesquisas nacionais em andamento e reportagens veiculadas pela mídia impressa têm evidenciado reiteradamente a lentidão e as enormes dificuldades na implementação do ensino fundamental de nove anos, iniciando-se para as crianças de 6 anos de idade, em atendimento à EC n. 53/06 e à Lei 11.274/2006, dificuldades advindas da cultura escolar cada vez mais produtivista, do despreparo dos professores e das escolas de ensino fundamental, da ausência de condições materiais e pedagógicas, para a acolher a criança nessa idade nas suas necessidades e direitos;

4. O Projeto de Lei do senador Flávio Arns - PLS 414/2008/ PL 06755/2010, além de desconsiderar a realidade acima referida, que poderá ser imensamente agravada com a entrada de crianças ainda mais novas na escola regular de ensino fundamental, diminui em um ano a possibilidade da criança pequena viver experiências educacionais significativas na educação infantil, e não prevê o aumento da duração do ensino fundamental para 10 anos, o que torna mais perniciosa a sua aprovação, atentando contra o direito à educação consagrado na CF 1988.

Assim, compreendendo que o Projeto de Lei do senador Flávio Arns - PL 414/2008/ PL 06755/2010 – desconsidera a especificidade da educação infantil concebida como a primeira etapa da educação básica e desrespeita tanto os direitos das crianças de 5 anos de idade quanto os avanços obtidos no campo da pedagogia da infância, nos manifestamos CONTRA a sua aprovação.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Livro de Desenhos e Histórias

Continuação da Agenda de Trabalho...

Esta prática pedagógica e educativa com o desenho infantil remonta ao antigo procedimento de fornecer desenhos prontos para a criança pintar – ainda praticado, infelizmente, em algumas instituições. Acreditando numa criança rica em possibilidades e capacidades, no começo do nosso processo de reformulação curricular, decidimos criar condições para que cada criança fizesse seu desenho a fim de ser reproduzido para todos os colegas usarem as cores de acordo com a própria imaginação. Assim surgiu o Livro de Desenhos e Histórias da turma.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Projeto de Cultura Popular

Continuação (do post anterior) da Agenda de Trabalho...

O homem cria cultura ao mesmo tempo em que por ela ele é constituído sujeito. Nessa cultura estão os modos e as estruturas de sua elaboração, reprodução e transformação. A escola, seguramente uma dessas estruturas, encarna (posto que são sujeitos encarnados que a fazem) uma relação complexa e dialética – de reprodução e transformação – com a cultura humana. A instituição educativa para a criança de até seis anos de idade não escapa de tais relações. Da cultura humana originam-se seus objetos de trabalho: a criança e a própria cultura humana em sua rica e diversa expressão simbólica e materialidade.

No propósito de estruturar nossa organização curricular adotamos dois elementos constituintes da cultura humana, em sua acepção ampla: cultura – num sentido menos amplo – e ciência, sob a roupagem de dois grandes projetos de trabalho: Projeto de Cultura Popular e Começando a Pensar Com Ciência.

Para isso, a natureza da articulação entre cultura e escola, pensamos, diz respeito às ações da escola para desencadear nas pessoas – professoras, outros funcionários, crianças e comunidade – um processo de identificação histórica com o repertório humano nas dimensões acionárias das atitudes, dos comportamentos, dos valores, das idéias, dos conhecimentos, das diversas linguagens etc. Subjacente a essa articulação está o trabalho com a arte.

A possibilidade de fazer as crianças e suas famílias conhecerem diversos bens culturais produzidos por pessoas com origens e histórias de vida semelhantes às deles, permitir-nos-ia atuar numa dimensão formativa-subjetiva, na medida em que “cultura é organização, disciplina do próprio eu interior, é tomada de posse da própria personalidade, é conquista de consciência superior, pela qual se consegue compreender seu próprio valor histórico, a função na vida, os próprios direitos e deveres” (Gramsci apud Nosella, 2004).

Pensamos, portanto, a arte como uma linguagem para conhecer, compreender e comunicar as coisas do mundo. Criação e conhecimento se entrelaçam na mesma raiz ativa.

Aliada a essas questões há, ainda, o movimento em torno da difusão da idéia que o que o povo faz não é cultura, tampouco obra de arte; a elite dominante, sim, produz cultura e obras artísticas. Este pensamento difuso, veiculado até subliminarmente, é outro importante eixo a ser enfrentado no trabalho escolar de articular cultura, arte e educação.

Assim, para essa ação pedagógica, o chamamento de Ana Mae Barbosa é contundente e inspirador: “precisamos levar a arte que hoje está circunscrita a um mundo socialmente limitado a se expandir, tornando-se patrimônio da maioria e elevando o nível de qualidade de vida da população” (1991, p. 6). E, proporcionar meios para que as crianças vivam intensamente a linguagem artística e estética numa produção repleta de conhecimentos cultivada pelos educadores e com espaço para a manifestação criadora dos alunos, inscreve-se no que Georges Snyders (1996) chamou de alegria na escola: o cultivo do conhecimento, da cultura e de suas obras.

domingo, 28 de março de 2010

Introdução a uma agenda de trabalho

Preparei o que seria uma agenda de trabalho para a escola este ano. Postarei aqui os textos deste documento de trabalho para dialogar com os visitantes a respeito das problematizações e das ideias propostas para a educação infantil que fazemos.

Aqui vai a introdução do documento e do trabalho...

Professora,
Esta é a sua Agenda de Trabalho 2010 do Rosalina. Nela você encontrará o calendário anual com todas os eventos pedagógicos e educativos da nossa escola, como por exemplo, os dias dos nossos grupos de estudo com monitoria e de outras atividades de formação continuada, as datas reservadas para você preparar o relatório das crianças nos dois semestres.

Há também as páginas reservadas ao registro próprio dos planejamentos de todas as semanas deste ano letivo.

Em nossa prática pedagógica já temos diversos procedimentos de trabalho bem definidos e estruturados que acabam por constituir a identidade político-pedagógica da escola e, por sua vez, a nossa identidade docente. Organizamos, então, vários desses procedimentos na seção Lembretes. Em outra seção, a No próximo mês..., você encontrará menção a alguns eventos que, por vezes, se relacionam com atividades mobilizadoras que precisam ocorrer ainda no mês em curso.

Esta agenda além de facilitar e organizar o planejamento do seu trabalho passa a ser mais um modo de documentar o trabalho (Gandini e Goldhaber, 2002). Os trabalhos das crianças, as fotografias e gravações de vídeo, os diários de campo, os cadernos do Bornal de Leitura e do Amigo da Turma, o álbum da turma são elementos de documentação do trabalho pedagógico e educativo que realizamos. Tais documentos têm importante papel na avaliação que fazemos dos processos vividos pelas crianças e, sobretudo, na reflexão sobre e com o nosso trabalho e na aprendizagem de um saber-fazer educação infatil que é permanente, bem ao gosto de Paulo Freire.

Assim, neste documento você encontrará, ainda, pequenos resumos de projetos de trabalho e práticas pedagógicas que nos identificam como instituição de educação infantil paras as classes populares e comprometida com um saber-fazer coletivo porque, bem nos lembra Paulo Freire (1998, p. 9),
Saber a favor do quê é, portanto, saber contra o quê; saber em prol de quem e saber contra quem. Essas são as perguntas que devemos nos fazer como educadores. Devemos também saber que é sempre a educação que nos leva à confirmação de outro fato óbvio que é a natureza política da educação.”
Bom e feliz ano de trabalho!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Currículo da Educação Infantil

A instituição educativa e pedagógica para a educação infantil tem um currículo. Mas o que exatamente entendemos como currículo para o trabalho com as crianças dessa faixa etária?

Não sou uma estudiosa de currículo. Penso, porém, que talvez ainda não haja um consenso forte nesse campo. Talvez ainda estejamos, como indicou Maria Lucia Alcantara Machado, lá no início da década de 90, buscando um caminho para saber-fazer se “pré-escola é não é escola”.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Visitantes da história

Quando as crianças estavam no quarto do Presidente Getúlio Vargas um casal saiu de lá falando em tom que não pude deixar de ouvir. (Eu estava na porta, entrando no quarto, para filmar o trabalho das professoras com as crianças.) O homem disse, entre outras coisas, que as crianças não tinham discernimento para estarem ali.
Fiquei com vontade de ir conversar com eles... durante alguns segundos fiquei pensando se deveria ir... por fim, não fui. (Será que teria valido a pena?!)

Por certo as crianças não têm o discernimento que nós, adultos, temos. Nós sabemos! Mas nao é disso que se trata, penso eu. Eles podem ser leigos em relação à prática pedagógica na educação infantil, mas é possível que tenham sido pais ou tios, enfim, são adultos vivendo, construindo e compartilhando uma cultura. Como será que eles acham que as crianças se tornam pessoas dessa e nessa cultura? Será que eles não poderiam considerar que aquelas professoras que ali estavam trabalhando com aquelas crianças sabiam algumas coisas a esse respeito e que eles ignoravam. Eles poderiam ter-nos interpelado, mas optaram simplesmente por fazerem o julgamento: eles não têm discernimento!
Tivemos tantas evidências de que as crianças estavam interagindo com mais essa atividade no Projeto de Cultura! Eles faziam elaborações cognitivas! Destacarei duas.

  • No salão onde a Nair de Teffé tocou ao violão o Corta-Jaca, a monitora perguntou se eles conheciam músicas da Chiquinha Gonzaga. Eles começaram a cantar Ô, abre-alas. Várias pessoas vieram à sala e começaram a fotografar;
  • No quarto do Getúlio, uma criança perguntou e exclamou: "Mas ninguém viu ele fazendo isso?!"

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O Rosalina no Catete

Fomos ao Palácio do Catete!
Muito interessante o comportamento das crianças! Curiosos e ansiosos para verem o salão onde a música da Chiquinha Gonzaga foi tocada e o quarto do Presidente Getúlio Vargas, principalmente.


terça-feira, 8 de setembro de 2009

A Chiquinha no Rosalina

O Projeto de Cultura Popular deste ano está baseado na vida e na obra da Chiquinha Gonzaga. O episódio do Corta-Jaca no Palácio do Catete - Nair de Teffé, em solenidade oficial, tocou a música ao violão, escandalizando a sociedade - levou-nos a entrar com material para que as crianças conhecessem o Palácio, bem como pintores e escultores que lá têm suas obras.

Abaixo, uma pequena mostra do material que usamos para que as crianças conhecessem esses assuntos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Letra cursiva

Eu gostaria de entender a necessidade que vários professores da educação infantil tem de ensinar às crianças de cinco anos a escrever com a letra cursiva! Às vezes até às de quatro anos!!!
Como eu gostaria de conhecer as razões desses educadores e dialogar sobre isso!!!!!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Colóquio de pesquisa sobre currículo

Estivemos no IV Colóquio Luso-Brasileiro sobre Questões Curriculares apresentando um estudo de caso sobre o processo de formação docente por nós vivido. Foi bastante interessante!

domingo, 20 de maio de 2007

Trabalhamos com uma criança rica ou pobre?


Com meus alunos da graduação em Pedagogia tenho trabalhado a respeito da necessidade de termos clareza sobre a concepção de infância, criança e trabalho pedagógico e educativo com as crianças de até seis anos de idade. Essas concepções determinam o modo como trabalhamos com os pequenos.
Gosto, particularmente, da discussão que Gunilla Dahlberg, Peter Moss e Alan Pence desenvolvem sobre este assunto, caracterizando os cinco discursos dominantes sobre a criança e, conseqüentemente, o trabalho das instituições com a pequena infância.
Qual é a visão que nós temos da criança com a qual trabalhamos? Tomando emprestado expressão e conceito de Loris Malaguzzi, a visão de uma criança rica ou pobre?
Necessário se faz que examinemos nossas concepções e reflitamos criticamente sobre o trabalho na educação infantil, não?