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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Em defesa da liberdade acadêmica e das ciências humanas e sociais

Olá,
Eu acabei de assinar esta petição -- você não quer se juntar a mim?
Presidente da CAPES, Jorge Guimarães: Em defesa da liberdade acadêmica e das ciências humanas e sociais

Para: Presidente da CAPES, Jorge Guimarães

Esta petição é muito importante e poderá fazer uso de nossa ajuda. Clique na imagem para saber mais e assinar:


terça-feira, 1 de abril de 2014

Seminário da Omep

A primeira coisa que chamou minha atenção no Seminário da Omep em Santos foi o valor da inscrição e a linguagem usada na divulgação...


Depois foi a programação e como os valores vão aumentando... Como minhas participações em congressos são sempre autofinanciáveis, fiquei pensando no tanto de colegas na mesma situação... Penso que tem um absurdo muito grande nessa situação!!!

Clique na imagem abaixo e se informe...


sábado, 29 de março de 2014

Trabalho docente

A rede latino-americana de Estudos sobre o Trabalho Docente - a Rede Estrado - faz 15 anos em 2014. Ela promove o intercâmbio entre pesquisadores. Seu X Seminário Internacional ocorrerá de 12 a 15 de agosto, em Salvador, na Universidade do Estado da Bahia.

Inscrição de trabalhos completos e relatos de experiências até 25 de abril de 2014.
Para saber mais, clique na imagem abaixo...


sexta-feira, 28 de março de 2014

Formação e trabalho docente

Na Universidade do Minho, em Braga-Portugal, nos dias 10 e 11 de outubro de 2014, o Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) realizará o ISATT2014 (International Study Association on Teachers and Teaching) para os falantes de língua portuguesa e espanhola.

O tema do congresso é Formação e trabalho docente na sociedade da aprendizagem e reunirá congressistas de países da América Latina, da África e da Europa.

Os trabalhos podem ser enviados até 15 de junho. Clique na imagem abaixo e saiba mais...

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Corpo e movimento na educação infantil

Uma produção Maria Farinha, apresentada pelo Instituto Alana na III Jornada Pedagógica da Educação Infantil, no Rio de Janeiro. O doutor em educação física, Marco Santoro fala sobre corpo e movimento nas instituições escolares.

Eu tenho algumas ressalvas quanto às demarcações etárias tão fortes...
Quanto à zona de desenvolvimento proximal... Bem, a professora Zoia Preste vem mostrando o quanto essa compreensão brasileira está equivocada. Do meu ponto de vista, quando ele vê Piaget e Vigotski com a mesma concepção sobre o papel da aprendizagem no desenvolvimento é um grande problema. Aprendi que aí reside uma das vigorosas diferenças entre os sistemas teóricos construídos pelos dois pesquisadores.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Educação na Finlândia: a melhor do mundo

Vejam por que eles são os melhores do mundo. Vejam por que eles estão em primeiro lugar nos exames internacionais de avaliação...


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Eva viu mesmo a uva? E se deleitou com ela?

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”
(Paulo Freire, Educação na Cidade, 1991.)

Tão atual quanto no século passado! Infelizmente!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Estrela e Banco Imobiliário. Vamos lutar contra?

Pessoal, leiam e se concordarem... Participem da pressão popular...  O texto abaixo é do Panela de pressão...

"Estrela, o Rio não é um Banco Imobiliário. Administração Pública não é "negócio lucrativo"!

A fabricantes de Brinquedos Estrela, conhecida pelos jogos de tabuleiro que marcaram a infância de muitas gerações no país, anunciou o lançamento de um brinquedo que não é nem um pouco divertido: o Banco Imobiliário da Cidade Olímpica.

Basicamente, a empresa, que conseguiu com que a Prefeitura da Rio autorizasse o uso gratuito de suas marcas institucionais, colocou no tabuleiro pontos turísticos, espaços urbanos e serviços públicos da cidade. Não seria um problema se o objetivo do jogo não fosse que o jogador lucrasse em cima dos equipamentos que conquista e, como no nome original em inglês, busque monopolizar os serviços.

Como exemplo, serviços como Clínica da Família e vias de transporte são ditas como "empresas lucrativas para os seus proprietários". O tabuleiro só cita obras e iniciativas do Prefeito Eduardo Paes, detalhadas nas cartas dos jogos.

Pra piorar tudo, o Prefeito Eduardo Paes disse que adorou a idéia e por isso desembolsou mais de 1 milhão de reais dos cofres públicos pra distribuir o jogo para mais de 20 mil alunos da rede municipal de educação.

Especialistas criticam o efeito pedagógico do brinquedo, que confunde público com privado e ainda faz propaganda exagerada da atuação do prefeito para crianças de menos de 12 anos.

Não podemos admitir que uma empresa que participou da formação da infância de tantas pessoas possa tomar uma atitude tão irresponsável como essa. Nós, cariocas, não queremos que o Rio seja retratado como um "banco imobiliário"para as nossas crianças.

Exigimos que a Estrela retire imediatamente o jogo de circulação."

Vamos aumentar a pressão sobre eles, gente... Clique aqui...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Cláudia Costin, não!

Quando as coisas estão ruins... Sempre podem ficar pior... Vejam só...

A Secretária Municipal de Educação do Rio, Claudia Costin, ex-Ministra da Administração no governo FHC, pode ocupar a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação com a saída do sociólogo César Callegari. A SEB é responsável pelas políticas do ensino fundamental e médio para o País.

Que Deus nos livre disso!!!!!

Anped e os Fóruns de Educação Infantil, principalmente, estão em pânico e se mobilizando!!!! Não é pra menos, né!!!!

Vejam a carta elaborada por alguns pesquisadores do Rio, entre eles, Gaudêncio Frigotto, que já está circulando pela rede:

Cláudia Costin, NÃO! 

A privatização do ensino público, a fragmentação do trabalho docente, a perda da autonomia dos professores, a submissão estrita aos cânones neoliberais têm sido implementados por Cláudia Costin à frente da Secretaria Municipal da Educação na cidade do Rio de Janeiro.

Seu autoritarismo didático e de conteúdos, prescritos em cadernos e apostilas, emanado das orientações dos organismos internacionais ampliam o abandono da educação básica da grande maioria da população, historicamente relegada à carência de escolas e, mais recentemente, à desqualificação da educação nas escolas existentes. Além disso, no Rio de Janeiro, professores, gestores e funcionários tem sido alvo de aliciação pecuniária, os bônus financeiros, através de remuneração extraordinária pelo desempenho dos alunos, traduzido em um percentual de aprovação de alunos nas turmas e no conjunto da unidade escolar, como compensação aos baixos salários.

Não por caso, quando Ministra da Administração Federal e Reforma do Estado no governo FHC, foi uma das responsáveis pela idealização e implementação do desmonte do Estado, incluindo-se aí as privatizações ou a venda do país e a quebra da estabilidade dos servidores públicos.

Se confirmada Cláudia Costin à frente da Secretaria de Educação Básica, é esperada a descaracterização da educação fundamental e média com o apagamento do professor e do aluno como sujeitos históricos. Costin faz parte de um grupo de intelectuais que seguem a férrea doutrina do mercado, onde tudo vira capital, inclusive as pessoas. Não mais educação básica, direito social e subjetivo, mas escola fábrica de capital humano. Uma versão bastarda do ideário republicano de escola, como a define Luiz Gonzaga Belluzzo, em brilhante texto na Carta Capital de 29.08.2012. Esta visão bastarda de educação objetiva apagar qualquer senso crítico dos alunos. Trata-se de transformar, para Belluzzo, recorrendo a "Marshall Berman, a ação humana em repetições ­rançosas de papéis pré-fabricados, reduzindo os homens a indivíduos médios, reproduções de tipos ­ideais que incorporam todos os ­traços e qualidades de que se nutrem as comunidades ilusórias. 

Delegar à economista esse setor vital da educação brasileira é declinar de todos os embates e propostas da educação, em contraponto às políticas neoliberais dos anos 1990 até a eleição de 2002. Com isso, o Governo assina sua incompetência para ter uma política própria de educação básica como formação humana, em favor do tecnicismo e da intervenção de grupos privados no interior das escolas públicas.

Professores, pesquisadores estudantes e suas entidades representativas vêm publicamente, protestar contra o arbítrio economicista, degradante e mutilador para a educação das gerações de jovens da educação básica que sua presença na SEB traria à educação básica, não apenas na cidade do Rio de Janeiro, mas em todo Brasil. Cláudia Costin, NÃO!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sai Haddad... Entra Mercadante... no MEC

Mercadante deve assumir o Ministério da Educação! Hum, sei não, heim...
E a política de avaliação... Será que muda também?

domingo, 27 de novembro de 2011

O governo federal e os vendedores de testes de avaliação da educação infantil

Aqui no EntreTextos eu já havia mostrado que o "programa de avaliação", já instituído no município do Rio de Janeiro, que o governo federal pretende implantar em todas as redes brasileiras é vendido em site próprio e pela Amazon. No blog tem várias postagens sobre esse assunto...

Com o convite abaixo, a Secretaria de Assuntos Estratégicos mostra a sua relação com esses vendedores do questionário de avaliação das crianças da educação infantil...

Vamos, pessoal, vamos assinar a petição pública do Mieib contra essa política pública... Clique aqui.

Jane Squires, uma das autoras do ASQ-3 (instrumento de avaliação do desenvolvimento infantil) está vindo ao Brasil, (Rio de Janeiro), no início de dezembro. A convidamos para vir à Brasília no dia 05 de dezembro, segunda-feira, para fazer uma apresentação sobre o referido instrumento.

O ASQ foi desenvolvido nos Estados Unidos por uma equipe multidisciplinar em 1997 e, desde então, vem sendo utilizado em diversos países. É um instrumento de triagem que classifica as crianças em três categorias: i) necessita uma avaliação em profundidade, ii) monitoramento e estímulos adicionais são recomendados, e iii) desenvolvimento dentro do esperado/ programado. A metodologia busca investigar as cinco dimensões do desenvolvimento infantil: comunicação, motora ampla, motora fina, solução de problemas, pessoal/social. É um instrumento de baixo custo e tempo de aplicação reduzido (20 minutos), além de grande flexibilidade operacional, (pode ser aplicado por pais ou cuidadores com a 4ª série completa). Apresenta boa cobertura de todas as idades da Primeira Infância (de 1 mês a 5 anos e meio), algo que é muito difícil contar com escalas para avaliar a criança até os 3 anos de idade, e é composto de 21 escalas: 2, 4, 6, 8, 9, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 24, 27, 30, 33, 36, 42, 48, 54, 60, 66 meses. Cada escala é formada por 6 questões/itens sobre cada uma das dimensões. Caso desejem obter maiores informações sobre este instrumento, encaminhamos o seguinte link:
http://www.brookespublishing.com/store/books/squires-asq/index.htm

O objetivo é a Jane fazer uma apresentação sobre como o ASQ se insere no universo de instrumentos que avaliam o desenvolvimento infantil, suas vantagens e desvantagens.

Gostaríamos muito de contar com a sua presença nesta reunião. Infelizmente, não poderemos arcar com despesas de passagem e diárias. Pedimos, por gentileza, confirmar a presença por e-mail (rosane.mendonca@presidencia.gov.br) ou por telefone - 061-3411-4664 ou 4696.
Endereço:
Secretaria de Assuntos Estratégicos,
Esplanada dos Ministérios, Bloco "O", 8º andar, sala de reuniões 3, (sala da ferradura).
Brasília, DF

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Abaixo-assinado contra avaliação na educação infantil

Essa ação contra a política da Secretaria de Assuntos Estratégicos de implantar a avaliação das crianças da educação infantil, por meio do questionário ASQ-3 (já falei sobre isso aqui no EntreTextos), nós podemos realizar. Vejam só...

O Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil lançou um abaixo-assinado contra a "adoção de políticas públicas de avaliação em larga escala do desenvolvimento da criança de 0 até 6 anos de idade, por meio de questionários (como o ASQ-3), testes, provas e quaisquer outros instrumentos do gênero, seja em âmbito nacional, estadual ou municipal..."

Vamos lá gente, é só assinar a petição pública... Clique aqui.

Um lembrete bem importante. Depois você receberá um e-mail do site PeticaoPublica pedindo que você confirme a sua adesão ao abaixo-assinado. O meu estava na caixa Spam... Então, para completarmos  nossa ação contra essa  política errada para a educação infantil precisamos verificar o recebimento desse e-mail... e confirmar nossa assinatura virtual.

Caro(a) Maria Inês Barreto Netto,

Este email é enviado para si do site PeticaoPublica.com.br para confirmar sua assinatura como «Maria Inês Barreto Netto» no abaixo-assinado online:

«"Repúdio do Mieib à avaliação em larga escala do desenvolvimento de crianças de 0 a 6 anos"»

Sua assinatura no abaixo-assinado necessita de ser confirmada para garantir a autenticidade dos dados.

http://www.peticaopublica.com.br/Confirmacao.aspx?id=16961,350,7620

Clique no link acima para confirmar sua assinatura (ou copie o endereço para uma nova janela do seu browser).
Cumprimentos,
PeticaoPublica.com.br
Resistir e lutar é preciso!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Os monstros e a avaliação na educação infantil

O Fórum Paulista de Educação Infantil discutiu em sua assembléia e tomou decisões a respeito do "verdadeiro tsunami que invade os territórios da educação das crianças pequenas, a avaliação em larga escala do desempenho das crianças de 0 até 6 anos de idade, por meio de testes, questionários, provas e quaisquer outros instrumentos, que não respeitem as crianças como produtoras de culturas infantis".

Quer ler o indignado manifesto e se apropriar de importantes argumentos para essa luta? É só clicar em mais informações...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Psicólogos repudiam avaliação na educação infantil

8º Congresso Brasileiro de Psicologia do DesenvolvimentoProfissionais que trabalham com a infância brasileira que estavam no VIII Congresso Brasileiro de Psicologia do Desenvolvimento, que ocorreu em Brasília, também se posicionaram contra as ideias da Secretaria de Assuntos Estratégicos a respeito da avaliação das crianças da educação infantil.

A moção de repúdio tem um texto pequeno, pois é direta nos argumentos. Caso queira lê-la, clique em mais informações...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Avaliação quantitativa do desenvolvimento infantil


Mais alguns trechos do documento do Fórum Permanente de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro - FPEI/RJ - sobre a avaliação das crianças da educação infantil. São informações preciosas para nos posicionarmos contra a entrada (ou a volta?) da concepção economicista e desenvolvimentista no nosso trabalho.

"A avaliação proposta pelo instrumento ASQ-3 dá ênfase a aspectos “quantificáveis” do que concebem como “desenvolvimento infantil”. Partem de uma determinada leitura teórica deste desenvolvimento, e do pressuposto de que há um “desenvolvimento esperado” para todas as crianças."

"Ao educador, alienado da sua capacidade crítica e da sua autoria como sujeito do processo avaliativo, cabe o preenchimento automático das “respostas” dadas pelas crianças, para que os “especialistas e técnicos” da Secretaria de Educação possam aferir os “resultados”. Aqui, poderíamos pensar na velha apartação positivista entre os que “pensam” e os que trabalham; apartação que conserva o poder nas mãos dos que se apresentam como detentores do saber e, com isto, permite que as relações desiguais de educação sejam reproduzidas naturalizando-se a ideia de que há os mais “aptos” e os “diferentes”."

"Em relação à aplicação do questionário as críticas do FPEI/RJ estão organizadas em dois eixos: a forma como tal instrumento foi imposto às creches e pré-escolas e o seu conteúdo."

"Com relação à forma, a Secretaria e as Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) ofereceram uma “capacitação” para os dirigentes e coordenadores das creches em que distribuíram um “manual de uso” com as orientações sobre o preenchimento do ASQ-3 e instruções sobre como responder “sim”, “não” e “às vezes”.  Estas respostas deveriam ser dadas, conforme o quesito avaliado, pela quantidade de respostas “positivas” dadas pelas crianças; em alguns, a criança deveria responder pelo menos duas vezes, em outras três, e assim por diante."

"Outra orientação recebida é que somente seriam toleráveis duas respostas em branco por bloco e que o ideal seria não deixar nenhuma pergunta sem resposta, ou melhor, que não se deixasse de aferir os “resultados”."

"Para dar uma ideia, para os que ainda não conhecem o conteúdo de tal questionário, reproduzimos algumas questões:"

domingo, 13 de novembro de 2011

Fórum de Educação Infantil do Rio e a avaliação

O Fórum Permanente de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro - FPEI/RJ - divulgou um documento sobre o ASQ-3, o programa de avaliação das crianças de dois meses a cinco anos e meio de idade em todas da rede de educação infantil pública e conveniada da cidade do Rio de Janeiro.

Eis alguns trechos do documento:

"De acordo com o Manual de uso do ASQ-3: guia rápido para aplicação do ASQ-3 (Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro; Iets – Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, 2010), o ASQ-3 “[...] foi desenvolvido em 1997 nos Estados Unidos. Desde então, vem sendo utilizado em diversos países, como os Estados Unidos, França, Espanha, Dinamarca, Noruega, Quênia, Zâmbia, China e Coréia. Na América do Sul, Chile e Equador validaram o instrumento para avaliar o desenvolvimento de suas crianças” (p. 6). Segundo o Manual, o ASQ-3 é composto por 21 questionários distintos, um para cada intervalo de idade. Desses questionários, 19 são destinados às crianças com menos de quatro anos e apenas dois são voltados para as crianças com idade entre quatro e cinco anos e meio. Todos os questionários têm a mesma estrutura: são formados por cinco blocos, um para cada domínio avaliado do desenvolvimento: comunicação, coordenação motora ampla, coordenação motora final, resolução de problemas e pessoal/social. Cada bloco por sua vez é composto por seis perguntas, totalizando 30 perguntas em um questionário. Existe ainda um sexto bloco o qual investiga “informações adicionais” sobre a criança. O objetivo é fazer a triagem de crianças que deveriam ser encaminhadas para avaliação mais cuidadosa seja pela possibilidade de diagnóstico de problemas crônicos de saúde ou por necessidades especiais."

"Diante da profusão de considerações geradas no processo de discussão da Rede Nacional Primeira Infância, Maria Thereza Oliva Marcilio (Avante - Educação e Mobilização Social; Coordenadora da Secretaria Executiva da RNPI) nos traz algumas questões que podem qualificar o debate: qual a concepção de desenvolvimento humano que está guiando a metodologia de avaliar capacidades da criança? Como estabelecer indicadores de desenvolvimento infantil sem considerar contextos de iniquidade? Como considerar padrão um contexto cultural absolutamente diverso, EUA x Brasil? Como conciliar o conceito de diversidade e o de inclusão, expressos em diretrizes e normas de educação no país, com a ideia de avaliar habilidades e estabelecer indicadores de desenvolvimento padrão?"

Resistir e lutar é preciso!

domingo, 6 de novembro de 2011

Geraldi, Bakhtin e os objetos de aprendizagem

O professor João Wanderley Geraldi, junto com Sônia Kramer, abriu os trabalhos do I EEBA - I Encontro de Estudos Bakhtinianos na Universidade Federal de Juiz de Fora. (Que, aliás, tem uma cidade universitária cada vez mais linda! Eu a conheci há muitos, muitos anos atrás e tudo por lá estava um primor, muito agradável!)

Sempre aprendo com o professor Geraldi em todas as vezes que o ouvi expor sobre um assunto. Tsss, tsss... Quem não aprende?! Voltando ao assunto principal...

Pensar a educação pelos objetos de aprendizagem muda a organização da escola e do trabalho educativo e pedagógico que nela realizamos. Hoje, o objeto de ensino - o conhecimento - rege o sistema de educação (também, sintomaticamente, chamado de sistema de ensino).

Bem, logo me lembrei da Escola da Ponte, de Reggio Emilia...

A Maria Teresa de Assunção Freitas disse que o texto com a fala dele e da Sonia Kramer será publicado em livro. Bem, já estamos na espera, certo?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mieib e política curricular

Veja o posicionamento do Mieib - Movimento Interforuns de Educação Infantil no Brasil em relação à política curricular da educação básica orientadora das expectativas de aprendizagem e desenvolvimento nos diferentes ciclos de formação/níveis de ensino até os 17 anos... Clique aqui.

domingo, 23 de outubro de 2011

Angústia na educação infantil: alquimistas do mal estão chegando

Os economistas estão chegando! Ops... Já chegaram na educação infantil também!

Eles moram bem longe da realidade das nossas crianças...

São pacientes, assíduos e perseverantes executantes das regras do capital...

Trazem consigo cadinhos, vasos de vidro e potes de louça que nos reduzem - profissionais, crianças e suas famílias - a peças no soerguimento do mercado...

Os economistas chegaram!

Resistir e lutar é preciso!!!